Aluna finalista da Licenciatura de Psicologia, acreditam? Ainda ontem entrei no primeiro ano a delirar com as praxes, bem como com a vida académica e segunda feira, dia 7, já entro na minha primeira aula de 3º ano. Bem sei que tenho ainda um mestrado de 2 anos, obrigatório, para fazer, mas o último ano da licenciatura é, para muitos cursos, o último e assim sendo, posso considerar-me como aluna finalista. Tenho um feeling que vou gostar bastante das novas cadeiras que se avizinham, são mais especificas e são através delas que irei pensar sobre o mestrado que irei escolher, embora queira bastante psicologia clínica. O inicio deste ano vai ficar marcado pela minha primeira vez a praxar pois em Évora, devido à sua grande história académica, só nos é permitido praxar e ter afilhados no 3º ano, espero ansiosamente que tudo corra bem!
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quinta-feira, 3 de setembro de 2015
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Chegou ao fim
É verdade. A realidade é que a generosidade não dura para sempre, quer queiramos ou não, foram muitas noites e dias instalada numa sala a trabalhar para alguém a troco 0. Nunca me senti mal por isso, aliás, quem decidiu começar a ajudar a modificar o design de cada blog fui eu pois quando senti necessidade de fazer o mesmo ao meu, não houve ninguém que se oferecesse para o fazer de graça. E, apesar de o blog ser parte de mim, não estava disposta a pagar 20€ ou mais para o ter como gostava. Assim sendo, entrei neste mundo de ajudar sem olhar a quem, o que me tornou uma pessoa melhor, no entanto, senti que devido à minha boa vontade, existia quem abusasse um bocadinho. Sempre estive disponivel para tudo e estou muito orgulhosa dos design's que construí para as meninas mas, por várias vezes, senti que o meu trabalho não foi reconhecido. Eu não era obrigada a trabalhar para alguém que nem me estava a pagar e mesmo assim ficava até horas infinitas a trabalhar no blog, a aprender coisas novas, dei por mim a modificar design's inteiros 1 ou 2 vezes porque, enfim (...) Dei o meu melhor e estou de consciência tranquila quando digo que adorei esta experiência. Para quem tem um design meu e precisa de acrescentar algo, sinta-se livre de perguntar no e-mail, no entanto, não voltarei a fazer design's na integra. Um grande beijinho, Rosarinho.
domingo, 6 de novembro de 2011
Têm lido o meu coração aos poucos e nunca me dediquei a contar como conheci o que faz bate-lo. Ora, o meu primeiro amor, a paixão pequenina e inquieta do inicio da nossa adolescência. Eu tinha apenas 10 anos, era uma criança como os outras e ele foi o primeiro rapaz a fazer-me sentir borboletas na barriga. Nunca lhe falei enquanto paixão, nunca lhe disse que "gostava" dele, nunca ouvi a sua voz. Era o fruto proibido e jamais teria algo com ele, era mais velho 3 anos - o que naquela altura é uma enorme diferença.
A paixoneta foi passando, ele saíu da minha vista e 5 anos passaram. Nestes 5 anos, admito que nunca cheguei a pensar nele, já não me lembrava dos seus olhos, da sua cara, até da sua existência... Lembro-me até de o ver na rua e sem leva-lo para esse lado da minha memória, achava-o atraente e bastante bonito.
O meu primeiro caminho até ao secundário fez com que o meu coração começasse a bater mais depressa, as memórias começaram a voltar e eu sabia que algo me estava a tentar abrir o coração a algo antigo.
O meu primeiro amor apareceu-me à frente, com os seus olhos castanhos e brilhantes, já com barba, com a pele macia e lisa, estava tão homem que eu nem conseguia acreditar. Foi a primeira vez que em 5 anos ouvi a sua voz, doce e sincera. O tempo foi passando e aproximamo-nos a cada instante, mas eu nunca lhe contei que ele tinha sido o meu primeiro amor, queria saber o que afinal tinha sentido um coração de uma menina de 10 anos.
Amei, foi um choque saber que os dias estavam cada vez mais brilhantes e as flores mais bonitas, a minha capacidade de amar tinha se tornado perfeitamente adequada à dele. Estamos à 13 meses juntos, e acreditem, que lutei tanto, mas tanto para ficar com ele que já nada me o vai tirar.
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