quinta-feira, 19 de julho de 2012

E voltei a perguntar o porquê de toda aquela ansiedade que lhe provocava um mau estar, reboliço no estômago e falta de ar. Eu não entendera como ele cá chegara, não percebera bem a conversa ofegante que ele teve quando chegou perto de mim e me disse que amava, eu só sabia que aquele mundo não lhe pertencia. Voltei à retaguarda e sentei-me junto a ele como se de um animal abandonado se tratasse e dei-lhe de beber. Sacudi-lhe o casaco amarrotado pelo vento e amaciei-lhe a face queimada pelo sol. Voltei a insistir de onde ele tinha aparecido e somente recebi um gemido como resposta, amo-te. Era certo que algo se passara e que a sua orientação não estava correta. Eu nunca o vira na minha vida e estava perplexa a contemplar a força que aquele homem tinha para dizer um amo-te nos dias de hoje. Não era eu a receptora da mensagem mas eu tenho a certeza que ela ficaria contente, nem que fosse só por ouvir tamanha palavra de um homem tão elegante como ele.

13 comentários:

  1. es linda, e fico feliz só de receber esses teus mimos que me aquecem o coração.

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  2. obrigada, lindo está o teu! escreves tão bem :) consegui perfeitamente sentir a essência do texto e imaginar o momento*

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  3. derreto-me nas tuas palavras doce, deixas-me sempre com o coração quente. hoje não estou num dos meus dias, mas como sempre irá passar mas obrigada por te preocupares <3

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  4. que tu tenhas tanta sorte como ela, que tu sorrias tanto ou mais que ela quando recebera essas palavras.

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  5. oh, obrigada, meu amor, mesmo. o texto está lindo!

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  6. sim, agora já consigo ver :) que blog lindoo

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  7. ooouhn, tão querida $: muito obrigada fofinha*

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  8. ainda bem que gostaste coração, fico feliz :')

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Para a Rosarinho:

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