Mostrar mensagens com a etiqueta vida. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vida. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de novembro de 2011


Foram verdadeiros anseios ao longo de vários dias, várias dúvidas por esclarecer recortadas em linhas rectas e mal esclarecidas, promessas profundas e merecedoras de um prémio. Rasgos de tinta espalhados pelo tecto e vastas manifestações de falta de afecto espalhadas pela casa.
Amanhã é o dia em que isso vai mudar, é o dia que faço uma introspecção e me esclareces o porquê de eu sentir tanto medo e de o meu coração quase parar - ou acelerar demais.
Vais hesitar e desmentir tudo ao primeiro parágrafo. E eu sei porquê. Porque apesar de tudo tu amas-me, amas-me de uma maneira um pouco diferente mas amas mesmo tendo os sentimentos pesados consigo sentir isso.
Sinto dor e amor ao mesmo tempo. Amar demais dói à brava, é uma dor tão forte que penetra bem fundo e perfura cada milímetro que seja deste músculo. Mas amo-te como nunca, amo-te como jamais alguém te amou ou poderá vir a amar, amo-te desde cá de dentro, tão forte e tão fundo que só eu consigo ver o tamanho deste amor.
Deixa-te ficar, eu vou ao teu encontro, quero-te bem parecido, quero-te apenas para mim.

domingo, 9 de outubro de 2011


Ás vezes as cidades parecem que aumentam durante as suas noites agitadas. As ruas tornam-se tão longas e sufocantes, o cheiro a fumo é tão intenso e as conversas paralelas são inevitáveis.
Foi num desses infernos que te encontrei, na segunda curva da quarta rua, fugias do horizonte e procuravas a solução para uma doença que jamais poderia adivinhar que a tinhas.
Ás vezes somos levados a pensar o melhor dos outros para assim, termos uma melhor comunicação. Mas contigo bastou o olhar, as palavras já são escassas e demasiado repetitivas, aliás, são sinónimos umas das outras, em frase e meia sou capaz de dar imensas voltas apenas numa palavra - a ideia está lá, a maneira de tentar explica-la é que não.
O mundo para ti parecia pequeno e a ideia de sofrimento estava escrita nessas tuas mãos enrugadas que diziam tudo sobre a tua alma pura mas muito sofrida. Apostava num passado difícil e agitado, o teu silêncio concordava e matava todas as ideias boas que poderia ter a teu respeito, eu queria ajudar-te a curar, a tapar essas feridas que não saravam e já doíam há algumas semanas.
Pedi sucessivamente para que respirasses fundo e olhasses para o céu, não tinha a certeza do que te pedia, mas no fundo isso era um calmante para a tua cabeça que latejava já há alguns dias. O vento batia-te na cara como sinal de que estás vivo, mas a dor continuava lá. Eras um milagre divino, sobreviveste ao que muitos poderiam não ter a sorte de escapar...
Só no final de tantas metáforas é que percebi. Eras mais um escravo do amor à procura de um anjo da guarda para te acalmar e fazer-te suspirar de novo. Não foi coincidência termos atravessado a mesma curva, o destino existe. E o amor também.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

#cite la musique


"É engraçado como a vida nos prega partidas, quanto mais fortes pensamos que somos caimos em armadilhas. No problem, no preocupações é como eu tento viver minha vida mas cruzei-me como um girassol que colocou meu coração num beco sem saída"   Angélico Vieira

sábado, 9 de julho de 2011




e a vida sempre soube dar-me o que eu merecia, sempre soube meter-me no lugar certo, sempre conseguiu dar-me a escolher e eu por sinal sempre soube fazer escolha certa... a vida também sempre se mostrou injusta, sempre saiu sempre a ganhar, sempre me pregou os maiores sustos, sempre desistiu no momento errado. e agora? agora que sou feliz, tenho medo que ela volte com o seu humor que me estragou vários momentos, tenho medo que se atravesse à frente mesmo quando estarei a passar, eu tenho medo da vida, do seu primo destino, porque o seu irmão passado já me trouxe muitas desfeitas.
Marias há muitas © , All Rights Reserved. BLOG DESIGN BY Sadaf F K.