domingo, 5 de junho de 2011

Faço um parágrafo em histórias que tenho tendência em escrever e abro parênteses para começar a escrever a minha história, algo que tem sido difícil desde uns dias para cá ... começar algo novo com alguém que se tornou a primeiro em tudo tem sido a melhor coisa que me aconteceu, sou um ser humano apaixonado, nunca fugi à regra, mas neste momento sinto-me frágil.
Uma partida é sempre difícil independentemente de quem vai, o problema é sempre esse, um vai e outro fica, neste caso és tu ... tens mais uma etapa da tua vida para realizar e por muito que isso me esteja a atormentar eu só quero que consigas realizar o que mais desejas, longe ou perto de mim. Mas, não sei mais como e com quem fazer tudo o que fazemos agora, aos poucos fomos tornando-nos mais cúmplices, estamos à 8 meses juntos, e sinto-me agradecida por estares sempre do meu lado, nada foi ao acaso, és e serás sempre o rapaz que tem os olhos brilhantes como te disse desde o primeiro dia que nos conhecemos...
Aposto que neste momento sabem como me encontro, inundada de lágrimas que esperam ser secas com o meu braço mas que por mais que queira não consigo porque elas vão-se substituindo umas às outras.. O medo ataca-me constantemente, apesar de tudo eu sei que viver o presente é o que temos de fazer mas é inevitável querer saber o futuro, morro por dentro se não sei o que irá acontecer.
Hoje choro e sofro porque prefiro morrer do que saber que tens outra, não quero sequer imaginar-te a fazer e a teres as mesmas situações e trocas de conversas que tens comigo porque tal como tu és único na minha vida eu também sou e serei sempre na tua.
Sei que custa falar em "sempre", é uma palavra não aceitável para quem vive somente o presente como tu e todos os outros que me pedem para não sofrer de antecipação mas a verdade é que sempre me habituei a ler contos em que o sempre estava presente no final da história, e eu gostava de ser assim, ter te sempre comigo, ouvir-te sempre, falar sempre contigo, receber sempre os melhores beijos teus, ser quem sou sempre ... não é assim tão difícil de entender, amo-te meu amor, amo-te e não te quero perder, simplesmente eu quero um sempre!

P.S: Não estou a conseguir responder aos comentários, peço desde já desculpa!

sábado, 4 de junho de 2011

As voltas de uma vida - I parte


Mensagem enviada - Mais uma de tantas que eu te enviei naquele dia e sem uma única resposta, a preocupação já era grande por si só, agora sem uma resposta tornou-se penosa.
Não estava habituada a ter-te tão longe durante imenso tempo, estava a custar-me viver assim, mas sabia que estavas feliz por estares a realizar um sonho, independentemente de estares ou não a meu lado.
O telemóvel não vibrava, a ansiedade aumentava a cada minuto que passava, não tinha pensamentos fixos, eram misturas de pesadelos que vaguevam pela minha mente e que faziam acelarar o meu coração.
Não pedia um "Olá amor" nem um "Amo-te", apenas queria um "estou bem", queria uma junção de palavras que acalmassem o que sofre por ti, o meu coração já era frágil por sinal e com tanta espera tornou-se complicado respirar... Já passava da meia noite, tu nunca me tinhas deixado de falar durante um dia inteiro, algo estava mal e não era eu que estava a complicar, o tempo estava a passar tão lentamente, a minha boca já estava seca e o meu coração batia como um louco e desesperado orgão apaixonado e preocupado.
Nem o meu sofá, nem os chocolates conseguiram acalmar-me - uma coisa que acontece sempre - nem as nossas fotografias, nem as tuas mensagens antigas, o desespero era maior, muito maior que eu já sentia as pernas a tremer e inconscientemente já estava à espera de uma má notícia.
O silêncio predominava, invadira a minha casa, ou melhor dizendo, a nossa casa e instalara-se no nosso quarto ... vagueava pela casa a dentro, seguia os meus passos e intimidava-me com a sua força.
Se soubesses o quanto eu não queria que tivesses ido, se soubesses o quanto me custa esperar por ti sósinha sem saberes por onde andar - algures por aí - eu nunca te o disse, no fundo sempre esperei que o descobrisses mas o meu sorriso falso encobriu as minhas dúvidas à cerca de te deixar ir ...
Afinal que se terá passado, qual o motivo de não receber uma mensagem tua? Diz-me, digam-me, eu não aguento mais...

(fictício, continua...)

sexta-feira, 3 de junho de 2011



Somos ainda tão novos e já sabemos o que é amar de verdade, todo o tempo que passamos juntos deu para perceber que valeu a pena trocarmos as palavras iniciais que ficaram gravadas na nossa memória.
Estou disposta a ir para onde fores, não te quero deixar ir, não quero deixar de saber onde andas, como estás, se sorris cada vez que falo contigo, eu não quero estar distante  de ti.
Está a custar-me imenso, não imaginas o quanto me custa saber o que não queria saber, ter a noção de que vais ter de ir e eu vou ficar aqui, que já não vou poder passar o dia todo contigo, que já não irá existir trincas no nariz, que já não irei ter o teu colo ... (não continuarei, as lágrimas começaram a escorrer, peço desculpa)
Marias há muitas © , All Rights Reserved. BLOG DESIGN BY Sadaf F K.